sexta-feira, 14 de maio de 2010

Cachoeira Paulista: Geografia e História


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Geografia

Cachoeira Paulista é um município do estado de São Paulo localizado no Vale do Paraíba entre as Serras da Mantiqueira e Bocaína. Possui uma distância 210 km de São Paulo e 212 km do Rio de Janeiro. A principal rodovia para seu acesso é a Presidente Dutra (BR 116).

Os municípios limítrofes são Cruzeiro a norte, Silveiras a leste, Lorena a sul e oeste, Canas a sudoeste, entre Cachoeira e Lorena, e Piquete a noroeste.

Dados Principais:
Latitude: 22º39’54” sul
Longitude: 45º00'34" oeste
Altitude: 520 metros
Área: 288 km²
Densidade Demográfica: 94,51 hab/km²

Temperatura: 27,6º C

Clima: Tropical, com inverno seco.

Topografia: 30% de sua área é plana e suave, sendo o restante ondulada, fazendo parte do complexo da Serra do Mar

Total População:

Habitantes: 29.707

Homens: 3.495

Mulheres: 13.706

Rural: 5.530


História

Cachoeira Paulista foi fundada em 1780 por Manoel da Silva, em seus primeiros anos de vila foi considerada tranqüila e o principal fazia a ligação ao ponto de troca das tropas que iam para Minas Gerais.

Seu principal marco histórico foi à construção de uma capelinha por Sebastiana e outros devotos em homenagem ao Senhor Bom Jesus em 1780. Em 29 de Março de 1876 tornou-se freguesia com o nome de Santo Antonio da Cachoeira. Em 09 de Março de 1880 mudou o nome para Santo Antonio da Bocaína. Em 15 de Maio de 1895 foi considerada cidade. Em 30 de Novembro de 1944 passou a ser chamar-se Valparaíba e finalmente em 24 de Dezembro de 1948 recebe definitivamente o nome de Cachoeira Paulista.

As primeiras edificações da cidade eram precárias e miseráveis como as choupanas de sertanejos bem pobres na sua maioria pescadores. No final do século XIX o pequeno município começou a se desenvolver acelerando a instalação da Estrada de Ferro D. Pedro que providenciou grande transformação na cidade. Durante essa época sua população era em média de 2500 habitantes.

Cachoeira Paulista possuía dois grandes jornais locais, o Eco Municipal e a Gazeta da Bocaína, além de dois grandes hotéis e um teatro municipal que recebia grandes espetáculos naquela época.

Os momentos históricos mais importantes de Cachoeira Paulista ocorreram em 1932, durante a Revolução Constitucionalista. O município se tornou uma praça de guerra com grande concentração das forças do exercito e o Estado de São Paulo. Após a Revolução de 32 a cidade continuou seu crescimento com a introdução da agricultura no comercio local e a industrialização.

A cidade hoje é considerada turística devido ao ecoturismo e o religioso. Os turistas de todo Brasil são atraídos para conhecer a igreja de Santa Cabeça e a Canção Nova que recebe em média por ano mais de um milhão de turistas. Foi recentemente escolhida para receber o Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE).

Significado do Nome
A cidade tem origem desse nome devido ser cortada pelo Rio Paraíba e por possuir inúmeras cachoeiras. É de uma natureza bela e única que se expressa através de suas águas.
Antes de se chamar Cachoeira Paulista, a cidade teve sete nomes: Porto da Cachoeira, Arraial do Porto da Cachoeira, Porto da Cachoeira, Vila de Santo Antônio da Bocaína, Vila de Santo da Cachoeira, Vila da Bocaína, e Valparaíba.

Por Camila Cristina e Ellen Christine

São José do Barreiro: Geografia e História


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Geografia

Área
570,629 km²

População
4.490 hab. est. IBGE/2009

Densidade
7,5 hab./km²


História

Ainda no século XVIII, descendo a serra da Mantiqueira em direção ao porto da Mambucaba, o capitão Fortunato Pereira Leite e seu cunhado João Ferreira de Souza, com seus familiares e agregados vindos de Pouso Alto, se detiveram nas proximidades de um atoleiro de difícil passagem.Aí fundaram um arraial onde, em 1820, foi erguida uma capela dedicada a São José, passando o povoado a ser conhecido com São José do Barreiro, nome que conservou ao ser elevado à vila em 1859.

Em São José do Barreiro se abriram inúmeras fazendas para o plantio de café, o que trouxe grande desenvolvimento à cidade, cujas casas e sobrados são hoje marcos da época em que o Município ocupou lugar importante na cafeicultura paulista.

Porta de entrada do Parque Nacional da Serra da Bocaina, São José do Barreiro está entre aquelas localidades que atraem por sua beleza natural composta por trilhas na mata, cachoeiras, Áreas verdes, doces, comida caseira e a hospitalidade característica do interior paulista.

São José do Barreiro é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados prerrequisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância turística, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

Por Édson Ribeiro e Antônia

Paraibuna: Geografia e História


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Geografia

Localização
Paraibuna é um município brasileiro do estado de São Paulo, na microrregião de Paraibuna/Paraitinga. Sua população estimada em 2004 era de 18.096 habitantes. O município de Paraibuna está situado no Alto Paraíba na Escarpa da Serra do Mar.
Os municípios limítrofes são Jambeiro a norte, Redenção da Serra a nordeste, Natividade da Serra a leste, Caraguatatuba a sul, Salesópolis a sudoeste e Santa Branca a oeste.

Hidrografia
O rio Paraíba do Sul forma-se em Paraibuna, com o encontro das águas do Rio Paraitinga E com as do Rio Paraibuna.
Chega da cidade de Cunha, o rio Paraibuna e, da cidade de Areias, o rio Paraitinga que deságua no rio Paraibuna e juntos combinam suas águas para formar o rio Paraíba do Sul, um dos mais importantes da Região Sudeste do Brasil.

Classificação do Município (Quanto à extensão territorial)
4º Lugar – Vale do Paraíba (região serrana e Litoral norte) com 809,8 km² - (1º Cunha, 2º São José dos Campos, 3º Natividade de Serra)
64º Lugar – Estado de São Paulo
Brasil – não divulgado
Fonte: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

Demografia
Dados do Censo - 2000
População total: 17.009

Acesso
Rodovia dos Tamoios, km 32 e SP-99

Coordenadas Geográficas
Latitude: 23º23´10” S
Longitude: 45º39´44” W Gr

Distâncias
São José dos Campos – 32 km
São Sebastião – 68 km
São Paulo – 120 km
Ubatuba – 105 km
Caraguatatuba – 48 km

Temperatura
Temperatura máxima anual – 32,35º C
Temperatura mínima anual – 7,5º C
Temperatura média anual – 20,4º C
Precipitação: 1300’a 1500 mm/ano.
*Segundo a classificação de Koppen

Clima
O clima é classificado como mesotérmico com verões brandos e invernos secos. Os ventos no verão vêm de direção norte e no inverno direção sul.
Mês mais chuvoso – Dezembro
Mês mais seco – Agosto
Tipo climático de koppen: CWA

Relevo
Os ponto Culminantes de interesse são:
Cruzeiro – mirante natural, localizado no perímetro urbano onde avista-se a cidade.
Mirante do remédio – localizado no perímetro rural a 20 km do centro da cidade, denominado como bairro do remédio.
Proporciona uma vista parcial de São José dos Campos e mais algumas cidades do vale do paraíba, naturalmente o clima tem que estar bastante favorável para tais observações.

Vocação Turística
Turismo Rural, Ecológico, Náutico, Gastronômico, Histórico e de Aventura.

Outros dados
Densidade demográfica (hab./km²): 21,00
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 15,31
Expectativa de vida (anos): 71,52
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,33
Taxa de alfabetização: 86,66%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,771
IDH-M Renda: 0,692
IDH-M Longevidade: 0,775
IDH-M Educação: 0,846

História

O nome PARAYBUNA é de origem indígena, formado por PARA (água), HYB (rio) e UNA (preta). Logo, a palavra PARAIBUNA significa "Rio de Água Escura". Paraibuna tem suas origens ligadas a bandeirantes, em meados do século XVII alguns homens provenientes de Taubaté e São Paulo desceram o Rio Paraitinga, detendo-se no local onde este rio encontra o Rio Paraibuna, embrenharam-se na mata parando numa clareira, 2 Km adiante. No local, fixaram-se, construindo uma cabana e, em homenagem ao Santo do dia, fizeram uma capela. Era o dia 13 de Junho, dia de SANTO ANTÔNIO. Francisco Campos cita em seu Almanaque de 1909 a data de 13 de Junho de 1666, mas Netto Caldeira, no livro História de Paraibuna, de 1932, afirma que os fatos podem ter ocorrido por volta de 1700.Não existindo documentos conhecidos que esclareçam esta dúvida, foi considerada então a data de 13 de Junho de 1666.

Em pouco tempo, surgiu junto à capela algumas cabanas, pequenas roças e as pessoas foram chegando, dando início a uma povoação já denominada Santo Antônio da Barra de Paraibuna. Assim ficou por dezenas de anos, com poucas pessoas e sendo um ponto de pouso para os passantes que iam e vinham do Litoral Norte, com destino a província de São Paulo.

Somente em 03 de Junho de 1773, o Capitão Geral de São Paulo, D. Luiz Antônio de Souza resolveu, através de uma ordem, determinar que Manoel Antônio de Carvalho fosse para o lugar e assumisse a administração e a direção da povoação. O mesmo documento determinou ainda que os "foros, vadios e vagabundos, sem domicílios certos e sem utilidade para a República fossem habitar as ditas terras de Paraibuna".

A notícia de que os vadios e vagabundos seriam obrigados a se dirigirem para a vila, causou alarme entre os moradores, que conseguiram, em 1775, a revogação da tal ordem com a conseqüente concessão da Carta de Sesmaria. Esta carta pode ser considerada o marco fundador da vila, pois tornava proprietários das terras onde se erguia a cidade de Paraibuna, os senhores: João Simões Tavares, Manuel Garcia Rosa, Manuel Motta e José Pereira. Os quatro sócios receberam "uma légua de terras em quadra" com o direito de fazerem delas o que bem entendessem, respeitando a Lei Foral da Sesmaria.

Mas somente em 1812, no dia 07 de Dezembro, o Príncipe Regente criou por alvará a freguesia de Santo Antônio de Paraibuna, com a construção de uma capela e nomeação de um pároco. A primeira missa foi então celebrada em 13 de Junho de 1815, pelo vigário Padre Modesto Antônio Coelho Neto. Em 10 de Julho de 1832 a freguesia passa à condição de Vila, e, em 1833 é realizada a primeira eleição para a Câmara Municipal.

Devido a fatos políticos, em que pessoas de Paraibuna apoiaram a revolução de 1842, exigindo a república, somente em 30 de Abril de 1857, através da Lei nº 595, o governador elevou Paraibuna a categoria de cidade. Em 30 de Março de 1858, através da Lei nº 16, foi elevada a Comarca. O Aniversário de Paraibunal é comemorado em 13 de junho.

A cidade começa a se desenvolver na metade do século XIX, com a cultura de café. Com a construção das barragens da CESP (Companhia Energética de São Paulo), a cidade busca novas possibilidades, com o uso da represa para várias atividades. E nos dias de hoje, Paraibuna vem buscando novas alternativas para o seu desenvolvimento, principalmente com atividades como o Turismo Rural, Ecológico, Náutico, Gastronômico e Histórico.

Por Alessandra Bustamante e Dianne Faria

Campos do Jordão: Geografia e História


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Geografia

É um município brasileiro localizado no interior do estado de São Paulo, na Serra da Mantiqueira a uma latitude 22º44'22 sul e uma longitude 45º35'29" oeste estando a uma altitude de 1628 metros, sendo o mais alto município brasileiro, com a sede administrativa mais elevada do país, considerando-se a altitude da sede. Sua população estimada é de 49,512 habitantes. Sua principal via de acesso rodoviário é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, que tem início em Taubaté.

Campos do Jordão é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo estado, por cumprirem os pré-requisitos definidos por lei estadual. Essa nomeação garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. 

Campos do Jordão é chamada de Suíça Brasileira, pela sua arquitetura de influência européia e pelo seu clima frio. Seu clima é tropical de altitude com verões suaves e invernos frescos. Ocorrências de neves foram registradas em 1928, 1942, 1947 e em 1966, sendo a última vez em que foi registrada neve na cidade. Geadas são comuns durante o inverno e a temperatura mínima absoluta foi de -7,3°C em 1º de junho de 1979, há relatos não oficiais de -12°C. Seu clima temperado favorece a criação de hortênsia, especificamente as da espécie Hydrangea Macrophylla.

Possui uma área de 289,5 km². É constantemente visitado por turistas de todo o Brasil e até mesmo do exterior, que vão a cidade aproveitar do clima de inverno e a arquitetura germânica.

É uma típica região de montanhas com direito a trechos de floresta de Araucárias. Formações como as pedras do Baú, Ana Chata e Bauzinho merecem destaque pelo seu tamanho (1.950 m a do Baú) e são um dos cartões postais de Campos de Jordão. Para quem gosta de frio a melhor época é de maio a agosto. No inverno os termômetros costumam marcar temperaturas negativas. Nesse período chove menos favorecendo as condições das estradas e trilhas. Já no verão as cachoeiras e piscinas naturais estão mais cheias. A vegetação presente nessas montanhas são as de mata e campestre. A floresta de Araucária domina a região e o pinheiro é o cartão postal de Campos do Jordão. A fauna é composta pelo macaco-prego, onça suçuarana, tatu, entre outros. Entretanto sãoanimais difíceis de ser observados. Infelizmente a ação do homem sobre essa vegetação é bastante visível.

O rio mais importante de Campos do Jordão é o Capivari ( Ribeirão Capivari ), sendo considerado a vertente mais alta do rio da Prata ( cerca de 4/5 do Município está localizado na Bacia Paraná-Uruguai ), cuja nascentes localizam no bairro de Umuarma.

O rio Capivari vai recebendo, em seu curso, o rio Abernéssia, os ribeirões do imbiri e das Perdizes, os córregos do Guarani e do Homem Morto, depois do qual passa a denominar-se rio Sapucaí-Guaçú, e que, lá longe do Município, unindo-se ao rio das Mortes, vai formar o rio Grande.

O rio Sapucaí-Guaçú recebe, ainda dentro do Município, as águas dos ribeirões dos Marmelos, do Paiol, do Ferradura, da Serra, do Campo do Meio, da Guarda ou Gaiarada, de Casquilho, Serrote e do Coxim.
Na extremidade sudeste de Campos do Jordão, nas vertentes voltadas para o Vale do Paraíba, descem os ribeirões das Barradas, do Paiol Velho, dos Melos e do Lageado.

História

Campos do Jordão foi criado em 16 de junho de 1934, quando separou de São Bento do Sapucaí e, em 30 de novembro de 1944, foi criada a sua Comarca. Sua área é de 269 quilometros quadrados e está situada em clima tropical de montanha. Campos do Jordão durante pesquisas científicas acusaram a superioridade de seu clima, bem como um teor de oxigenação, famosa estância francesa, pela pureza do ar. Está localizada entre São Paulo, Rio e Minas Gerais. Campos do Jordão é alcançada por três vias principais de acesso, sendo 2 rodoviárias e 1 ferroviária. De São Paulo e Rio, por exemplo, o acesso pode ser feito através das rodovias SP-123 e SP-50, ambas partindo da Via Dutra. A SP-50 tem início em São José dos Campos e apresenta mais de 800 curvas para um percurso inferior a 100 quilômetros. Outros acessos rodoviários há, porém de importância secundária. Por último, temos o acesso ferroviário que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão através da Serra, onde se encontra a Parada Cacique, o ponto ferroviário mais alto do Brasil.

Campos do Jordão apresenta vantagem sobre as demais estâncias climáticas brasileiras: o seu clima tropical de montanha faz com que o sol esteja presente praticamente o ano todo. A luminosidade costuma atingir o seu grau máximo no inverno, quando então a temperatura chega a 5 graus negativos, embora já tenha atingido, no passado, a 18 graus abaixo de 0, em 1992.

É nela e em seus arredores que se concentram os melhores hotéis e restaurantes, confeitarias e shoppings, além de luxuosas residéncias que lembram chalés suiços e palacetes imponentes, de estilo normando. A Estancia é dotada de parque hoteleiro de categoria internacional. Cantada como a Suiça Brasileira pelo seu clima inigualável, e reverenciada como o Altar da Solidariedade Humana pela cura de milhares de brasileiros que, recuperados de doenças pulmonares, retornaram sadios aos seus lares, em todos os quadrantes do País, Campos do Jordao tornou-se a mais importante estância climática do Brasil.

Além de sua famosa malharia - conhecida no mundo todo, o seu chocolate caseiro, seus doces e compotas, até mesmo as resinas de seus vastos e magestosos pinheirais são industrializadas e suas águas minerais, captadas através dos mais elevados padrões de técnica e higiene, correm das fontes mais puras do planeta. A sua maior matéria-prima, porém, é aquela que exporta, generosamente, sem retorno de divisas: a saúde.

Por Cristiane Santiago e Roseli Araújo

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Aparecida do Norte: Geografia e História


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Geografia

Fundação: 1.745
Altitude: 542 m
População: 34.834
Homens: 17.073
Mulheres: 17.761
Urbana: 34.312
Rural: 522
Área Total: 120,9 km
Densidade Demográfica: 288,12 hab./ km
CEP: 12570-000
DDD:12


História

Aparecida nasceu de um milagre, quando em 1717 os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves pescaram no rio Paraíba do Sul a imagem de uma Santa Negra. Era época de pouca pesca, para servir um banquete ao governador de Minas Gerais e São Paulo, Dom Pedro Miguel de Almeida, que passava pela Vila de Guaratinguetá, os três pescadores lançaram sua rede ao rio. Primeiro, pescaram um corpo de imagem, sem cabeça, depois , ao jogarem novamente a rede, tiraram do rio a cabeça da imagem, que se encaixava perfeitamente ao corpo.

A pesca milagrosa da imagem de Nossa Senhora Aparecida era um sinal de que esta cidade seria abençoada.

Aparecida, com seus 112Km², tem hoje cerca de 35 mil habitantes. Gente que vive do comércio movimentado pela fé daqueles que vêm agradecer ou pedir graças à Santa Padroeira do Brasil.

Conhecida mundialmente, a Estância Turístico - Religiosa de Aparecida recebe anualmente milhões de pessoas, vindas de todos os campos do Brasil e exterior.

Entre as festas que movimentam a cidade estão a de São Benedito, que acontece uma semana após a Páscoa, e a de Nossa Senhora Aparecida, que acontece de 03 a 12 de Outubro, com uma novena festiva na Basílica Nova, movimentado toda a região do Vale Paraíba. No carnaval, a cidade oferece retiros espirituais, rebanhões e atividades profanas para aqueles que também buscam diversão sadia durante as folias de momo.

Em Aparecida existem vários prédios antigos, Seminários e Igrejas que merecem ser visitados. Os pontos turísticos também são muitos, todos com infra-estrutura para atender de maneira adequada o romeiro que vem a Aparecida.

Para aqueles que gostam de diversão, a cidade oferece um parque temático, com brinquedos e atividades religiosas e culturais. No santuário Nacional encontra-se um Centro de Apoio ao Romeiro, com vasto comércio para todos os gostos.

Aparecida tem 18 escolas, entre particulares, municipais e estaduais, 04 unidades de saúde, 11 igrejas e 01 autarquia municipal.

A cidade de Nossa Senhora Aparecida emancipou-se de Guaratinguetá em 17 de Dezembro de 1928.

A imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida é de terracota - argila, que depois de modelada é cozida em forno apropriado e mede cerca de 40 centímetros de altura. A cor acanelada, com que hoje é conhecida, deve-se ao fato de ter sido exposta, durante anos, ao picumã das chamas das velas e dos candeeiros.

Segundo alguns especialistas, seu estilo é seiscentista. Após ser estudada pelo Dr. Pedro de Oliveira Ribeiro, pelos Monges Beneditinos do Mosteiro de São Salvador (na Bahia), Dom Clemente de Silva Nigra e Dom Paulo Lanchenmayer, pôde-se afirmar que a Imagem é do século XVII. Tarefa difícil foi determinar o autor da pequena imagem, pois a mesma não estava assinada.

Após longo estudo, resolveu-se atribuir a autoria a Frei Agostinho de Jesus (Monge Beneditino). Caracterizam seu estilo: forma sorridente dos lábios, queixo encastoado, tendo no centro uma covinha, penteado, flores em relevo, broche de três pérolas na testa e porte empinado para trás.

Depois de ser pescada por três pescadores, em 1717, a Imagem ficou em poder da família do pescador Felipe Pedrosos, durante 15 anos. Nessa época a imagem foi mantida na casa do pescador, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para rezar.

A devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo no meio do povo e muitas graças foram alcançadas por aqueles que rezavam diante da imagem.

Em 1978, após o atentado que reduziria a quase duzentos fragmentos, a imagem foi encaminhada ao professor Pietro Maria Bardi - na época diretor do Museu de Arte de São Paulo que a examinou, juntamente com o Dr. João Marinho, colecionador de imagens brasileiras.

A imagem da Santa foi totalmente reconstituída pela artista plástica Maria Helena Chartuni, que na época era restauradora do Museu.

Por Diana Aparecida dos Santos Senra e Suellen Aparecida Alves da Silva

Monteiro Lobato: Geografia e História


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Geografia

A cidade de Monteiro Lobato possui uma área de 332,74 km². Sua densidade demográfica é, portanto de 11,20 hab/km². Fica localizada na rodovia SP 50.
População Total: 3.615 habitantes
• Urbana: 1.515
• Rural: 2.100
• Homens: 1.863
• Mulheres: 1.752


História

Monteiro começou num bairro rural em uma terra indígena chamada de Buquira. Torna-se vila em 1880 e cidade em 1953. Foi lá que a cidade começou, e ganhou este nome por causa de um morador chamado João Bento Monteiro Lobato que ali começou a sua carreira literária, e assim a cidade ficou conhecida como Monteiro Lobato. Monteiro por não ser uma cidade localizada próxima a via Dutra não se tornou uma cidade industrializada. Monteiro tornou-se uma cidade turística por causa de seu clima agradável, sua paisagem que é linda, e seus pontos turísticos. A cidade também é bastante conhecida pelo seu carnaval de rua muito famoso. Os habitantes da cidade vivem mais da agricultura e da pecuária.

Por Danielle Ramos de Paiva

São José dos Campos: Geografia e História


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Geografia 

• Área total: 1.099,60 km² (por volta de 425 milhas)
• área urbana: 298,99 km² (27,19%)
• área urbana de expansão (leste): 45,04 km² (4,09%)
• área urbana de expansão (oeste): 81,18 km² (7,38%)
• área rural: 673,39 km² (61,23%) 

São José dos Campos esta localizada no entorno da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), e sua aglomeração urbana, com cidade vizinha, já passa de 820 mil de habitantes. Na Assembleia Legislativa de São Paulo existem propostas para a criação da região metropolitana do Vale do Paraíba.

Unidade Federativa: São Paulo
Mesorregião: Vale do Paraiba
Microregião: São José dos Campos
Municípios Limitrófes Norte: Camanducaia, Sapucai-Mirim
Sul: Jacarei, Jambeiro
Leste: Monteiro Lobato, Caçapava
Oeste: Igarata, Joanópolis, Piaracaia
Distância até a capital: 91 km.
Area: 1.100 km
População: 615.871 hab.
Densidade: 553,8 hab/km
Altitude: 600 m
Clima: Tropical de altitude
Topografia: Montanhosa, com colinas ao norte que variam de 660 a 975 metros, denominadas "mar de morros"; terraços e colinas tubulares, onde encontra-se a parte urbana da cidade; as serras do Planalto Atlântico, cujas altitudes atingem 800 metros, além das regiões alpinas, compostas por morros, serras e picos, com altitudes que variam de 619 a 2.082 metros, figurando entre os 32 pontos mais altos do país.
Meio ambiente

O Parque Municipal Roberto Burle Marx (conhecido como parque da cidade) tem uma área de 516 mil metros quadrados, contando com boa infraestrutura ligada ao esporte e frequentado principalmente para a realização de caminhada, conta com dois lagos e alguns animais nativos da região como a capivara, foi a residencia da família Gomes

O cartão postal de São José dos Campos, o Banhado, tem uma área de proteção ambiental de 4,32 milhões de metros quadrados em frente ao centro da cidade, no momento a favela localizada no local esta congelada e existem a atividade agrícola vem diminuindo, embora ainda este local seja conhecido pelo tráfico de drogasA Reserva Ecológica Augusto Ruschi, com dois milhões e meio de metros quadrados, fora do perímetro urbano, é uma Área de Proteção Ambiental de espécies nativas.

São Francisco Xavier, distrito do município, tem a metade de sua área (que é de 322 quilômetros quadrados) definida como Área de Proteção Ambiental da Serra da Mantiqueira.

O Parque Santos Dumont abriga duas Escolas de Educação Infantil, playground, jardim japonês, lago com criação de peixes, criação de aves, quiosques com churrasqueiras, pista para cooper, pista de skate, quadra poliesportiva e aparelhos para ginástica. Nos jardins bem cuidados encontram-se em exposição um avião Bandeirantes, sondas fabricadas pelo INPE, assim como uma réplica em aço escovado do avião 14 Bis. Está prevista, para breve, a construção de uma réplica da "Casa Encantada", seguindo o projeto original daquela erguida por Alberto Santos Dumont no município de Petrópolis. A proposta é transformar a bela área verde em parque temático, em homenagem ao pai da aviação. O Parque tem cerca de 46 mil m².

Clima: O clima é úmido e tropical de altitude. As chuvas abundantes vão de novembro a março, correspondendo a 72% do volume anual, ficando os 28% restantes entre maio e outubro. A umidade relativa média anual é de 76%. As massas de ar tropical predominam durante 50% do ano, seguidas pelas de ar frio.
A temperatura média anual gira em torno dos 21°C, sendo o mês mais frio julho (Média de 15°C) e o mais quente fevereiro (Média de 23°C).

Subdivisões: Distritos de São José dos Campos.
O município é composto por três distritos: São José dos Campos, Eugênio de Melo e São Francisco Xavier criado em 1892. O último é conhecido pelos locais naturais e pelo ecoturismo.
O município de São José dos Campos é dividido em cinco zonas administrativas: Centro, Norte (Santana, Alto da Ponte, Jardim Telespark, Vila Paiva, Buquirinha, Altos de Santana), Sul (Vila São Bento, Parque Industrial, Jardim Satélite, Jardim Morumbi, Residencial União, Dom Pedro I e II, Campo dos Alemães, Bosque dos Eucaliptos, Jardim Portugal, Capuava, Jardim Torrão de Ouro, Parque Interlagos, Jardim São Judas Tadeu, Putim) , Leste (Vila Industrial, Vista Verde, Vila Tesouro , Novo Horizonte , Nova Esperança , Galo Branco , Campos de São José , Santa Inês, Pararangaba) e Oeste (Urbanova, Aquarius, Vale dos Pinheiros, Jardim das Indústrias, Limoeiro).
Possui dois distritos administrativos: São Francisco Xavier e Eugênio de Melo.

História

A data mais remota documentando a origem de São José dos Campos é 1643. Terras que situadas em magnífica planície num lugar conhecido como Rio Comprido passaram a ser chamadas de Aldeia de São José do Paraíba.

Padre Manoel de Leão, um dos maiores jesuítas da Companhia de Jesus, foi responsável pela organização urbana do local, sendo ele administrador da Fazenda São José dos Jesuítas. A Fazenda foi classificada como Aldeia e promovida a Vila de São José do Paraíba em 27 de Julho de 1767, depois de uma mudança na localização, mas não foi um fator determinante para o seu progresso, que por muitos anos manteve as características de vila, com predominância do setor rural. Outro fator que dificultada o desenvolvimento era o fato da Estrada Real passar fora de seus domínios.

São José passou por duas fases distintas a partir de 1871: o desenvolvimento agrícola, principalmente com a cultura do café, que se destacou até 1930, e a criação da estância climática. Por volta do século XIX, a Vila de São José do Paraíba demonstrava com esse desenvolvimento, sinais de crescimento econômico.A produção de algodão também teve seu destaque em São José, por volta de 1864, mesma época em que a vila se tornava cidade, sendo denominada São José dos Campos em 1871.

Em 1935 o município foi transformado em Estância Hidromineral para o tratamento de tuberculose pulmonar. Mas, ao final do anos 40, começaram a chegada das indústrias na cidade, reduzindo a procura de tratamento sanatorial. Porém, inicia-se a fase científico-tecnológica da cidade com a instalação do Centro Técnico de Aeronáutica, o CTA, em 1950, e a inauguração da Rodovia Presidente Dutra, cortando a cidade em sua região central, o que colaborou muito para o grande desenvolvimento da região.

Por Cristiano Alex Batista